quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Cinema e música pt. 1

Nos dias de hoje não há nenhum segmento do entretenimento que chame mais atenção do que a música e o cinema. Sendo assim, nada mais justo do que fazer uma série de posts sobre essas duas maravilhas, que movimentam a cultura pop atual.


Porém, para fazer isto de uma forma organizada, realizarei uma série de 4 posts, contendo em média, 04 indicações cada. E mais uma observação, farei de forma cronológica, para que possamos acompanhar a evolução do cinema.


Além disto, faz-se interessante notar, que vou colocar cada filme com o nome adotado no Brasil, bem como seu título original, contando ainda com a nota constante no IMDB (Internet Movie Database), o qual é a maior base de dados sobre cinema e televisão.


Assim, voltamos aos anos 2000, com “Quase Famosos” (Almost Famous - 7,9), que se passa nos anos 70. Basicamente a história retrata a oportunidade do adolescente William Miller em acompanhar a banda de rock Stillwater (fictícia) e escrever para a Rolling Stone.
Muitos dizem ser um filme que retrata a adolescência do diretor Cameron Crowe, quando adolescente escreveu para a citada revista e acompanhou a turnê do Led Zeppelin.
Além disto, conta com a figura de Penny Lane, que realmente existiu e foi uma das principais paixões de Crowe durante sua adolescencia. Seu verdadeiro nome é Bebe Buell (atualmente é conhecida por ser genitora de ninguém menos que Liv Tyler).



Quase Famosos


Passando ao ano seguinte, temos o musical “Moulin Rouge: Amor em Vermelho” (Moulin Rouge! - 7,6), que passa em Paris, mais exatamente no bairro de Montmartre. A história versa sobre Christian, que é escritor e este, quando visita Moulin Rouge se apaixona por Satine, a maior estrela de Moulin Rouge e considerada a mais bela cortesã de toda Paris.
Aqui é importante citar que o filme se passa no ano de 1899 e seu enredo é baseado em três óperas, sendo elas, La Bohème (Giacomo Puccini), La Traviata (Giuseppe Verdi) e Orphée Aux Enfers (Jacques Offenbach).
A trilha sonora é espetacular, muitos se lembram de Moulin Rouge com Lady Marmalade (Lil Kim, Christina Aguilera, P!nk e Mya), porém também conta com David Bowie, Beck, Fatboy Slim, Madonna e U2.



Moulin Rouge: Amor em Vermelho


Em 2002 surgiu “8 Mile: Rua das Ilusões” (8 Mile, 7,0), e com ele, surge Jimmy, mais conhecido como B-Rabbit, um jovem branco, que vive em Warren, que nada mais é que uma cidade predominantemente negra, com o sonho de ser rapper. A narrativa engloba os desafios de Jimmy para conseguir se consagrar como rapper, além das brigas com sua mãe.
É de suma importância lembrar que o filme foi indicado ao Globo de Ouro e ganhou um Oscar na categoria de melhor canção original, por Lose Yourself.
Como em “Quase Famosos”, muitos citam que se trata de uma “autobiografia” do rapper Eminem, uma vez que este também teve que enfrentar o preconceito, superar seus problemas familiares, principalmente com sua mãe.



8 Mile: Rua das Ilusões


Por fim, chegamos em 2003 com “Escola de Rock” (The School of Rock - 7,1) e com o professor substituto Dewey Finn. Este, que após ser chutado da banda No Vacancy, começa a lecionar em uma escola preparatória de grande prestígio. Porém, ninguém sabe que ele não é professor, apenas quer formar uma banda com seus alunos da quinta série para participar da próxima edição da Batalha das Bandas e assim, conseguir pagar seu aluguel.
O filme conta com Jack Black na pele de Dewey, além de uma trilha sonora de peso, contando com The Who, The Doors, Cream, Led Zeppelin, The Darkness, Ramones e AC/DC. Há ainda quem defenda que o filme tem inspirações na obra Sociedade dos Poetas Mortos e na música Another Brick in the Wall.



Escola de Rock

Assim, chegamos ao fim da primeira parte do Cinema e música. No próximo post exploraremos os filmes lançados entre os anos de 2005 e 2007. Espero que gostem e voltem para as próximas cenas (rs).

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Vamos falar sobre COVERS?

Covers! HÁ! Um assunto que gera polêmica, mas que também, nos sacia de toda aquela vontade de ir ao show de bandas que não podemos ver com frequência, ou ainda, dificilmente vamos ter a possibilidade de ver.
Assim, hoje dedico este posts as bandas covers que eu SUPER amo/adoro/gosto pra cacete (Risos)! E claro que, obviamente, vou começar com Linkin Park. Como já expliquei em posts anteriores, é minha banda favorita e que me possibilitou conhecer mais um zilhão de bandas por ai, E, principalmente, ter um interesse genuíno pela música (ou será que eu deveria dizer pelo rock’n’roll?!).

Enfim, como o assunto é Linkin Park, trago a banda Meteora, comumente chamada de Linkin Park Londrina. Esses meninos que já tem um tempo de estrada considerável, uma vez que já completaram 3 anos tocando o melhor de LP por ai.
Apesar de a banda ter mudado de formação durante este tempo, uma coisa que não se pode reclamar é em relação à qualidade, que sempre foi mantida, garantindo a satisfação de todos que já puderam presenciar as performances, além de tudo, cativando até aqueles que não são fãs fervorosos dos californianos do Linkin Park.
E aqui vale lembrar que eles tem passagem por diversas casas de respeito no Paraná, bem como de festivais, como por exemplo o Santo Rock, que ocorre em Maringá.
E sem mais delongas, deixo abaixo, os vídeos da banda para saciar a curiosidade de vocês:

Forgotten 

In the End - Santo Rock (Maringá/PR)

What I’ve Done - Insane Bar (Assis Chateaubriand/PR)


Prosseguindo, mas continuando em Londrina, trato agora da Foo Fighters Londrina, que também já tem anos de estrada e já possuiu outras formações durante esses anos.
O que se vê em comum entre os covers de LP e FF de Londrina é que ambas, apesar de mudarem de formação, jamais perderam a qualidade e sempre conseguiram alcançar o respeito do público que vai aos seus shows.
Na Foo Fighters, se tem a mesma energia e o repertório cativo da banda americana, passando pelos sucessos destes, sem deixar qualquer pessoa voltar para casa tristonho, como por exemplo, Congregation, que é do oitavo álbum da banda, já é executada pelos londrinenses.
Por fim, cabe falar que é uma banda bem estruturada e com músicos excelentes, o que resulta em um trabalho bom e de qualidade, e claro, na diversão garantida da galera!
Eu sei que deveria ser séria e imparcial, mas a energia que transmitem é tão boa, que é impossível não se empolgar (é só dar play em qualquer um desses vídeos, para conferir):

These Days - Vitrola Bar (Londrina/PR)

Congregation (passagem de som)

Breakout - Vitrola Bar (Londrina/PR)


Agora, vamos falar sobre a My Chemical Romance Cover, que é de... CARA! Não tem MCR Cover! Uma das melhores bandas dos anos 2000 sequer tem um cover ou alguém que execute suas músicas, fica aqui minha indignação e tristeza.

Brincadeiras a parte, voltando ao papo sério, cá vamos de Projeto COPS, que já tem algum tempo de estrada e não para de desbravar novas terras (rs). Porém, os paulistas de Rio Claro já passaram por Minas Gerais, Santa Catarina e pelo Paraná.
A COPS traz em seu repertório principal Coldplay, Oasis, Pearl Jam e The Strokes, porém, atualmente a banda tem realizado um projeto paralelo, incluindo Arctic Monkeys, The Killers, Radiohead, Kings of Leon, entre outros.
Um detalhe que chama atenção neste caso é a divisão dos vocais entre os meninos, fazendo com que a sonoridade da banda seja mais expansiva e característica, ajudando também a ficar mais próximo do som original.
E provando que o som desses meninos tem uma fofura inigualável, aqui vão os vídeos (fofos) dessa piazada:

Teaser

Stop Crying Your Heart Out - Hooligans Pub (Cascavel/PR)


Por fim, indo até Curitiba, chego na maravilhosa Big Time Orchestra, que está na estrada desde 2005, possuindo em seu currículo passagem pelos Estados Unidos e pelo Japão, além de diversos programas da televisão nacional.
Cabe primeiramente frisar que a BTO é uma “big band”, que realiza releituras de clássicos, como Crazy Little Thing Called Love, do Queen; Suspicious Minds, do Elvis; My Girl, do The Temptations, entre outros.
Com um som característico, a Big Time conseguiu ganhar uma maior visibilidade nacional com a participação do programa SuperStar, da Rede Globo. Porém, a carreira dos meninos já foi marcada por outros momentos espetaculares, como por exemplo, abrir o show do B. B. King, em 2012, realizado em Curitiba, cidade da banda.
Além disto, o que os destaca é a participação de diversos festivais nacionais e internacionais, como por exemplo, o Festival da Cultura Brasileira em Portland (EUA) e o Festival de Jazz and Blues de Búzios (RJ).
Não podendo deixar de citar, é claro, a irreverência e o alto astral que são características essenciais de toda apresentação da BTO. Em que não apenas há música, mas coreografia pelos músicos. Portanto, aqui há a junção de rock’n’roll, irreverencia e diversão em um único momento.
E pra quem ainda não conhece, seguem as dicas:

Can’t take my eyes off you/My Girl

Crazy Little Thing Called Love

Boca Maldita (que é uma música do vocalista Franco Calgaro).

Estúdio Showlivre (Apresentação Completa)



Para quem leu até aqui, o meu muito obrigada e até o próximo post! 

domingo, 19 de junho de 2016

Autorais - Pagan John

Havia prometido postar outro assunto que não fosse autoral, não?! Mas é que eu realmente não podia deixar passar esse post, dessa vez feito com participação da minha grande amiga Heloyse Brocco. Vocês já vão entender!


Não vamos mentir: o que nos impulsionou a escrever sobre a Pagan John nesse momento foi a (injusta) saída deles do programa SuperStar, da Globo, na semana passada. Mas o motivo maior não é “promover a indignação” através desse post, e sim tentar fazer com que mais e mais pessoas conheçam a fundo o trabalho desses meninos, que merece muitos louros!
Explicamos: muuuuuita gente vai simplesmente ficar com o que viu no programa - as três músicas autorais e duas releituras apresentadas pela banda (todas músicas sensacionais) - e talvez não se interessem em saber que há, antes disso, um CD cheio de músicas maravilhosas que todo mundo deveria ouvir. O objetivo, então, é incentivar vocês a conhecer essas composições sensacionais (e inevitavelmente tornarem-se “fãs de carteirinha” desses meninos)! Nós juramos, vale a pena conferir!  


Então, vamos “começar do começo”! A PJ é formada pelo Gustavo Pagan nos vocais; João Milliet na guitarra, bandolim e violão; Leo Wicthoff no baixo e Maurício de Sousa na bateria. E o nome, de onde vem? Como se pode notar, vem do sobrenome do Gustavo Pagan e do primeiro nome do João Milliet. É que a Pagan John começou apenas com o Gustavo e o João! Somente mais tarde é que o Leo e o Maurício vieram a fazer parte da banda, transformando a PJ nessa maravilha que conhecemos hoje.


Em 2014 foi lançado o primeiro álbum desses meninos super talentosos, chamado “Black to Grey”, que possui influências do pop, rock e principalmente do folk. Convenhamos, não é qualquer banda que consegue trazer um estilo diferente para a música brasileira, incorporando a cultura do folk a um país com inúmeras identidades!


É um álbum que traz 11 músicas (em inglês!) e nele reina o amor, de uma forma simples mas majestosa, em que uma voz tão suave, com um instrumental tão harmonioso, faz com que não apenas gostemos de ouvir a música, mas também seja possível aproveitar toda a sensação boa que emana de cada uma delas. Se você está num dia tenso e precisa relaxar e buscar boas energias, Black to Grey é o álbum perfeito para você!


É verdade que não dá pra escolher uma música para ser a favorita, mas uma coisa a gente garante: é impossível não se emocionar e encher o coração de alegria com o clipe de She Is My Hero (que vocês podem conferir aqui: https://www.youtube.com/watch?v=a74YWcpVKqk). A gravação levou dois dias e não custou nem um centavo - os meninos saíram pela Avenida Paulista coletando depoimentos; nada foi combinado e o resultado é daqueles de cair um cisco no olho, sabe? Então confira e se emocione também!


Prosseguindo, agora em 2016, com o programa SuperStar, a banda enfrentou o desafio de compor músicas em português, para que sua mensagem pudesse alcançar o maior número de pessoas possível. Assim é que foram criadas as encantadoras “Carta”, “Inesperado” e “Meu Cais”, além das incríveis releituras de “Sina” do Djavan (primeira música apresentada no programa) e “Maria, Maria” do Milton Nascimento, que fizeram aquele sentimento de nostalgia e felicidade saltar do peito.


O que se pode notar nas autorais criadas para o programa é a mesma intensidade (e ao mesmo tempo leveza) das letras encontradas no “Black to Grey”, além de um ritmo “novo” para o público brasileiro, que foi capaz de levar os meninos tão longe nessa competição. O mais incrível é que todas essas músicas apresentadas no SuperStar foram compostas em um curtíssimo período de tempo (de alguns dias, apenas!), o que só demonstra que talento é o que não falta pra Pagan John! Quatro músicos incríveis reunidos, não podia ser diferente, né?


Infelizmente a banda deixou o programa no último fim de semana, mas de acordo com o Leo (vide essa matéria do GShow: http://gshow.globo.com/RPC/Estudio-C/Extras-Estudio-C/noticia/2016/06/pagan-john-se-despede-do-superstar-e-promete-novo-cd-autoral-esta-quase-pronto.html), vem CD novo por aí, com outras músicas além das três autorais mencionadas acima!


Quem aí está ansioso? Nós com certeza estamos!


Pra finalizar, vocês vão gostar de saber que todas as músicas da PJ estão disponíveis no Spotify e no Youtube também, claro! Os clipes de “Carta”, “Inesperado” e “Meu Cais” são de derreter o coração de qualquer um! Se você ainda não viu, corre lá:



(Carta)


(Inesperado)


(Meu Cais)


Esperamos que tenham gostado e que, assim como nós, virem “fãs de carteirinha” dessa banda sensacional, que faz por merecer cada aplauso que recebe!

Até mais, galera!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Autorais

Sei que deveria postar dessa vez um assunto diferente, mas dessa vez opto por mais uma vez trazer os autorais, mais uma vez dizendo de bandas que deveriam ser melhor reconhecidas. 


Primeiramente, quero trazer a Disaster, que é daqui da cidade. A Disaster faz um trabalho autoral e cover de post hardcore, influenciada principalmente por "A Day to Remember". 
Há poucos dias lançaram seu primeiro EP, denominado Apocalipse.
A diferença para muitas bandas está focada no estilo da banda, em que há uma mistura entre vocais melódicos e guturais, estabelecendo assim, a característica da banda. Contando ainda com um instrumental de primeira qualidade.

Observo aqui, que o EP conta com mais 02 músicas além do material disponibilizado. Assim, quem adquirir o Apocalipse conta com mais duas músicas inéditas.



(Promessas)




Dando continuação as lindíssimas bandas, com seus belíssimos autorais, não posso deixar de falar da Milk'n Blues de Curitiba. Assim como as demais bandas, conheci o trabalho autoral da Milk'n Blues primeiramente ouvindo os covers que eles tocam.
Eles tem um dos trabalhos mais diferenciados atualmente, uma vez que apostam exatamente no Blues. É lindo, de uma leveza perfeita. 
Frisa-se aqui, que além das vozes, o diferencial da banda fica no uso de uma harmônica, o que traz mais encanto ainda às suas músicas.

(Is There Anybody There?)


E não saindo do Paraná, passo a falar na Super Joe, que também, é super reconhecida pelo seu trabalho cover, em todo o estado. Aqui, tempo de estrada define a Super Joe, que está circulando por aí desde março de 2001.
Nota-se que a Super Joe tem inspiração principalmente nas bandas dos anos 90 e 2000.
Agora, em 2016, foi lançado pela banda o Studio Session do "Músicas em Série", o que nada mais é que um trabalho de qualidade, resultado de todos esses anos de estrada e trabalho com diferentes artistas e bandas.
Estre trabalho pode ser conferido no SoundCloud da banda, e vale a pena frisar que, o som é característico dos anos 90, lembrando Eagle-Eye Cherry e Third Eye Blind.



Finalmente, volto à Londrina, para falar da Sr. Bonifácio, que traz um rock romântico fofo, além de uma graça de estilo!
O trabalho desses meninos lembra bastante Los Hermanos, o qual já rendeu um cd denominado "Fatos do Imaginário", lançado em 2015, que possuí 06 músicas e a lindíssima "A Valsa de um Homem Só" como carro chefe. 
O cd encontra-se disponível em várias plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Store, além do site da banda. 


(A Valsa de um Homem Só)


Por hoje, fico por aqui, voltando em breve, com novos posts (tentando deixar os autorais um pouco de lado, hehe).
Enjoy!











terça-feira, 5 de abril de 2016

Autorais

Depois de meses ausente, o bom filho a casa retorna.

E com o retorno, trago autorais, de bandas brasileiras, que não são tão conhecidas como deveriam.
São bandas de excelente qualidade e estilos diferentes. Espero que curtam.



Inicialmente, trato da Radiophonics, uma banda que já tem uma longa jornada pelos bares e pubs do Paraná e Santa Catarina. Um trio de qualidade impecável e som marcante. Tem como carro chefe,"Ela me faz pirar", que é um dos sucessos que encanta todos que a ouvem. Seu primeiro CD foi lançado em 2015, denominado Sonhos, disponível em diversas plataformas digitais.

(Ela me faz pirar)


(Álbum Sonhos)



Agora, trato dos paulistas da Muito Antes de Laura, que tem a capa de CD mais fofa de toda a história! Seu primeiro álbum, também lançado em 2015, tem em suas músicas a fofura correspondente à capa do CD. São músicas que transmitem alegria, tranquilidade e serenidade. Tanto é que, enquanto digito aqui, deixei "Desatino" rolando, é é impossível não se contagiar com ela, imagine com o resto do álbum então. ♥


(Desatino)


(Muito Antes de Laura)



Voltando ao Paraná, tenho que tratar do recém lançado EP da Bacon Bomb and the Magic Spices, que além de ser excelente, trata também sobre os geniais ETs. É super contagiante, e foge totalmente do comum, que se têm na música brasileira atual. Sem contar, com os diversos teasers engraçados! (Hoje meu amor está com Céu de Estrelas, que é a terceira do EP... Vale MUITO a pena conferir)







Voltando para São Paulo, vamos tratar da Meninos Lobos, que mal nasceu e já lançou seu EP! Mais uma vez, pode-se usar do chavão "música brasileira e de qualidade". 

(Meu Tom)




Por fim, voltando ao Paraná, trato da doce Montauk, de Londrina. A Montauk alterna entre vocal masculino e feminino, ambos de excelente qualidade. Vale a pena observar, que as letras são LINDAS e a intensidade das músicas é maravilhosa. É fácil se perder ouvindo o "Faça crescer todas as flores". E já deixo minha indicação para "Cinza" que além de ser uma música maravilhosa, tem um vídeo maravilhoso.


(Cinza)

(Faça Crescer Todas as Flores)


Espero que curtam cada uma dessas bandas. :)
São excelentes e merecem (muito mais) reconhecimento.